Monday July 31, 2006
Ok, lá vai eu com aquele papo chato de novo. Mas não custa escrever, assim como não custa ler, tampouco custa doar.
Uma pessoa próxima de amigos meus fez transplante de medula e agora está na UTI precisando de doações de sangue. Lembrando que doar sangue não traz prejuízos para a saúde, não dói (a não ser que você seja um cagão) e não demora mais que 10 minutos (reserve meia hora para o processo todo).
É no Hospital 9 de Julho (Rua Peixoto Gomide, 625, tel: 3147-9999). O nome dela é Elaine Cristina Ouriques Aguillera.
Aproveitem, o lanchinho pós-doação deve ser generoso.
Monday July 31, 2006
Ah, quanto eu almejei esse acontecimento! Que na verdade é uma combinação de aspirações. Viagem, estudo, relacionamentos, trabalho, férias. Oblívio.
Tudo em quatro meses longe da minha cidade linda São Paulo. E me atiram pedras por ser EUA, por ser Nova York. Mas se soubessem… ah, se soubessem o que me espera por lá!
Há pouco aprendi que tem certas coisas nas quais não se pode pensar muito. Fazer o que muitos certamente irão criticar é uma delas. Fazer o que invariavelmente vai te foder é outra. Mas quem se importa, oras?...
... Se nessa empreitada, quem sabe, talvez, veremos, eu encontre o que fará meus olhos brilharem de novo?
Daqui duas semanas parto para fazer a América. Já sorrio de canto de boca.
Tuesday July 18, 2006
A pior coisa é promover um evento e não convidar TODO mundo. Fiz um almoço despretensioso nesse fim de semana, chamei um pessoal e tal, e só agora percebo a terrível gafe que foi não ter chamado a turma toda. Odeio essas coisas de “eu não fui convidado”, mas agora tem um bando de gente me achando a mais antipática. Sou um fiasco de anfitriã.
Sunday July 9, 2006
Comprei um massageador USB, que provavelmente é uma das melhores invenções da tecnologia moderna. Só conecto o aparelho na entrada USB do meu laptop, penduro o fio nos ombros e voilá! Adeus às minhas terríveis dores musculares nas costas por conta do mouse. Como não pensaram nisso antes?
Sunday July 9, 2006
Por mais que eu me diga avessa ao academicismo, tenho que admitir que passar longos tempos longe dele me faz deveras idiota. É nessas horas que eu percebo como a abstração – os devaneios filosóficos, as masturbações mentais pseudo-intelectuais, a problematização da realidade em teses e, enfim, a leitura de ensaístas que eu geralmente execro ao serem tema de trabalhinhos da faculdade em final de semestre – são essenciais para manter certas sinapses que nos tornam alguma coisa além de medíocres.
(não, isso não é um manifesto pela educação formal)
Me sentei agora a escrever um texto sobre a tal da democratização da comunicação. Que desespero não conseguir encadear os pressupostos, com as motivações e as conseqüências, sem cair naquela coisa panfletária. Sinto que a minha cabeça não funciona para além do “o que eu vou almoçar hoje” ou “preciso entregar este trabalho” ou “o que mesmo ainda falta preparar para a minha viagem”.
Gosto de ser um tanto pragmática – mas, ai!, que falta me faz pensar.
Wednesday July 5, 2006
1. Ontem decidi que ia no Poupatempo tirar a segunda via da carteira de motorista. Era lá pelas 14h. Aí fui para o quarto trocar de roupa e, do nada, quando me dei conta, era 17h e eu estava debaixo das cobertas dormindo. Ai, sesta compulsiva.
2. Outro dia fui no bazar da Igreja São Gonçalo, na Sé, promovido predominantemente pela japonesada católica de SP. Tinha tranqueiras para vender e, principalmente, as deliciosas comidas das feirinhas japonesas (o clássico udon, sushi de bandejinha, tempurá e o indefectível churrasco com farinha e pão). Daí percebi como a cultura japonesa combina com a brasileira! Não saberia explicar, mas eu acho incrível como a comunidade nipônica se ajustou tão bem por aqui. Além dos dois países terem a mesma preferência nacional (o arroz), todo o resto combina demais. Eta, mistura boa!
3. Igreja, arroz, bazar… fez algum sentido o tópico anterior?
4. Lembro de odiar tanto o inverno, mas ele não tem me incomodado ultimamente. Ainda não está tão frio, é isso?
Monday July 3, 2006
A vida me tem sido generosa. Há tempos não sentia essa paz aqui dentro. Arroubos de raiva da humanidade, das estúpidas idiossincrasias das pessoas, dos tantos desrespeitos e abusos, ainda me visitam com certa freqüência. Mas tenho me sentido deliciosamente equilibrada. Sabe quando você come um prato com sal na medida exata? (o bom tempero é, na verdade, o acerto das medidas). Deito a cabeça no travesseiro com essa sensação. Os meus dias justos. Até que enfim.
Sunday July 2, 2006
Tudo fica mais perto com o Skype. Mais perto e mais barato. Veja lá:
1. Instale o Skype na sua máquina e tenha um MSN melhorado, com conversas em texto, voz e vídeo com qualidade impressionante. Você pode conversar com qualquer pessoa do mundo gratuitamente. Se a pessoa não tiver Skype…
2. ... Você pode contratar o serviço SkypeOut, que te dá créditos para ligar para qualquer telefone fixo ou celular do mundo a preço de chamada local: R$ 0,05/min para qualquer telefone dos EUA. No Japão, R$ 0,057/min para fixos e R$ 0,375/min para celulares. Ótimo para efetuar chamadas…
3. ... E para receber também. Se alguém quiser te chamar pelo Skype, você não precisa estar com o computador ligado. Basta que escolha a opção de redirecionamento de chamada. Qualquer ligação ao seu Skype será repassada a até três números de sua escolha. O meu está configurado para tocar em casa e no celular. Você somente paga a tarifa Skype (R$ 0,063 e R$ 0,519, respectivamente) pelo minuto da chamada recebida. Ótimo para receber ligações de quem tem Skype…
4. ... E de quem não tem. Quem não tem Skype e mora longe de você, pode te ligar pagando apenas a tarifa local. Para isso, contrate o SkypeIn (R$ 30 por três meses ou R$ 80 por ano), que te dará um número de telefone fixo de um local à sua escolha. Tem amigos no Reino Unido? Escolha um número de lá e seus amigos poderão te ligar pagando apenas a tarifa local. Você recebe as chamadas pelo Skype ou pode redirecionar para o telefone que quiser (pagando a modesta tarifa Skype). E se não tiver para onde redirecionar…
5. ... Use o Skype Voicemail. É uma caixa postal, que pega mensagens de chamadas não atendidas no seu Skype.
Não é ótimo? Eu ando muito nerd explorando as possibilidades do meu Skype. Tenho até telefone em NY agora.
Olha lá, hein? Depois dessa, nem tem como continuar pagando exuberantes faturas de DDD ou DDI da Embratel ou Telefônica.
(não, não estou recebendo do Skype por esse post)